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Nova metodologia classifica e avalia terras na região Sudoeste do PR

Publicado em: 10/08/2017 11:25

Valor médio do hectare no município de Palmas, Sul do Paraná, é de R$ 16.800, variando de R$ 1.400 a R$ 31.800,00. É o que aponta levantamento preliminares da Secretaria Estadual da Agricultura e do Abastecimento (Seab), que lançou nova metodologia para avaliação das terras, mais detalhada que as anteriores com introdução da classificação de terras no sistema de capacidade de uso publicado pela Sociedade Brasileira de Ciência do Solo (SBCS). Acesse tabela dos municípios do PR http://www.agricultura.pr.gov.br/arquivos/File/deral/terras_pdf_publicacao_17.pdf

Especificamente em Palmas, as terras cultiváveis com problemas simples de conservação com produtividades ainda acima da média, as do Grupo A - Classe II, tem preço de R$ 31.800,00. Já aquelas com problemas complexos de conservação e com produtividades médias do Grupo A - Classe III tem valor de R$ 25.600.

Ainda foram classificadas áreas do Grupo B - Classe VII, que são as adaptadas em geral somente para pastagens ou reflorestamento, com problemas complexos de conservação;pastagens degradadas e em áreas declivosas e reflorestamentos, que tem valor de RR 5.700,00 o hectare.

Valendo R$ 1.400,00, as impróprias para cultura, pastagem ou reflorestamento, podendo servir apenas como abrigo e proteção da fauna e flora silvestre, como ambiente para recreação ou para fins de armazenamento de água(Grupo C - Classe VIII).

De acordo com o diretor do Deral(Departamento de Economia Rural), Francisco Carlos Simioni, o levantamento, que durou 12 meses, é um referencial de preços de Terras Agrícolas no Paraná, que serve para as universidades, agentes financeiros, instituições públicas municipais, estaduais, federais, agentes públicos e privados e produtores rurais. Os valores médios foram calculados com rigor estatístico para que tenham validade institucional e técnica.

Salientou, entretanto, que poderão ser alterados nas próximas pesquisas, de acordo com a evolução de preços de commodities, maior ou menor disponibilidade de áreas para vendas, desenvolvimento local; as características e valor específico de cada propriedade.

Conforme o levantamento as áreas mais valorizadas do Estado estão na região de Maringá, onde o hectare foi avaliado em até R$ 75,8 mil. A pesquisa levantou também as terras de uso mais restrito, que têm valores médios de R$ 5,3 mil o hectare, geralmente áreas mais quebradas, de morro. Nesta classificação, o menor valor está Coronel Domingos Soares, no Sudoeste, de R$ 1,3 mil. Em números gerais, no município a média do preço por hectare é de R$ 15.560. O hectare cultivável e produtividades ainda acima da média, estão calculadas em R$ 29.500,00

Em Francisco Beltrão com valor médio de R$ 21.916,00, com preços entre R$ 4.100,00 e R$ 42.000,00. Pato Branco, de R$ 3.700 a R$ 49.200. Dois Vizinhos, de R$ 4.600 a R$ 46.500,00. Chopinzinho variam de R$ 2.100 a R$ 38.000. Coronel Vivida de R$ 1.900 a R$ 38.900. Mangueirinha de R$ 2.000 a 42.700; e Clevelândia de R$ 1800 a RR 43.400.

Fonte: RBJ - Ivan Cezar Fochzato
Foto: Reprodução

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