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12 de outubro - Dia do Engenheiro Agrônomo

Publicado em: 12/10/2018 06:41

O agronegócio é o setor mais competitivo. O engenheiro agrônomo deve estar em constante atualização.

A profissão de engenheiro agrônomo foi regulamentada em 12 de outubro do ano de 1933, durante o governo de Getúlio Vargas, com o decreto federal nº 23.196. No decorrer destes 85 anos, muitas foram as mudanças no campo e, consequentemente, na agronomia. Um dos principais fatores de transformação da agricultura é a tecnologia, pois ela possibilitou, por exemplo, a utilização de maquinário específico para a cultura, o melhoramento genético de semente, entre outros.

Todo esse desenvolvimento tecnológico fez do Agronegócio o setor mais competitivo da economia brasileira. No estado do Paraná, o Agronegócio é responsável por 30% do PIB (Produto Interno Bruto) e mantêm-se em constante expansão, enquanto as demais áreas são prejudicadas pela recessão econômica. De acordo com dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), dos 199.324 km² da área total do estado, 159.466 km², o que corresponde a 80% do terrítório estadual, são destinados ao Agronegócio.

Diante desse quadro socioeconômico, a atuação do engenheiro agrônomo é imprescindível, já que ele é o profissional que possui o conhecimento e as habilidades necessárias para o auxílio e a capacitação do produtor rural, garantindo assim que este atinja melhores resultados ecônomicos e com segurança na prática de seu trabalho. Para que o agrônomo possa atuar com qualidade, o mesmo deve estar em constante atualização, a qual ocorre de diversas formas, entre elas, os cursos e eventos, oferecidos pelas associações de classe ou pelo Crea-PR.

O gerente regional do Crea-PR, em Pato Branco, Gilmar Ritter, destaca que além da atuação direta no campo o engenheiro agrônomo colabora também com a pesquisa, o ensino e a extensão, sempre objetivando a melhoria do processo de produção dos alimentos.

Panorama da Agronomia na Região Sudoeste

Atualmente, a regional do Crea-PR, em Pato Branco, possui 750 agrônomos registrados. Na região Sudoeste do Paraná, são seis as instituições que ofertam o curso de Agronomia. Em Pato Branco, são duas: UTFPR (Universidade Tecnológica do Paraná) e Mater Dei. No município de Palmas, o curso é ofertado pelo Instituto Federal de Palmas. Na cidade de Dois Vizinhos são duas as instituições que possuem o curso: UTFPR e Unisep. Enquanto que em Francisco Beltrão há a Unisep. A UTFPR, campus Pato Branco, possui também os cursos de Mestrado e Doutorado em Agronomia. Os interessados em se tornar Engenheiro Agrônomo devem cursar cinco anos de ensino superior e obter registro profissional junto ao Crea - Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia e Confea - Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia. O registro é a garantia para a atuação do profissional, sendo que, não obtê-lo e exercer a profissão, é ilegal.

Ritter destaca que as fiscalizações em agronomia são realizadas, principalmente, POR MEIO de visitas às propriedades no campo, análise de dados obtidos nos cartórios de títulos e documentos e, também, por meio do SIAGRO - software que armazena dados do receituário agronômico.

Sobre o Crea-PR

O Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Paraná (Crea-PR), criado no ano de 1934, é uma autarquia responsável pela regulamentação e fiscalização dos profissionais e das empresas das áreas das engenharias, agronomias e geociências. Além de regulamentar e fiscalizar, o Crea-PR também promove ações de atualização profissional, primando sempre pela qualidade na prestação de serviços prestados.

Fonte: Assessoria de Imprensa
Foto: Imagem Ilustrativa

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